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Portaria 781/10 altera Portaria 387/06

Polícia Federal publica Portaria 781/10, alterando a Portaria 387/06-DG/DPF, regulamentando, entre outros assuntos, os Veículos Especiais para transporte de valores.Confira no DOU de 19.01.10.

Profissionais da administração dos serviços de segurança

Começamos o ano novo com uma vitória maiúscula, enfim saiu o nosso CBO de número 2526-05, estão de parabéns todos aqueles que se engajaram nesta luta,uma grande conquista para toda categoria.
Essa é apenas umas das nossas metas, lutaremos para ver nascer o Conselho e no futuro próximo o sindicato.
Vamos continuar defendendo nossos interesses.

Roberto Adães

São Paulo deve fechar o ano com 1 milhão de câmeras instaladas












Violência, medo e preocupação. Estes são alguns dos fatores determinantes que fazem com que no Brasil o segmento de segurança eletrônica cresça a taxas médias de 15% ao ano na última década.
De acordo com expectativas da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), até o final deste ano, os paulistas devem estar rodeados por 1 milhão de câmeras de monitoramento, sendo que até 2008 eram 500 mil, ou seja, um aumento de 100%. “Somente no ano passado, a comercialização desses equipamentos movimentou cerca de R$ 3,9 milhões em todo o Brasil, e as previsões para fechar 2009 são positivas, principalmente com a importância que este setor tem alcançado auxiliando o combate à criminalidade e até na identificação de crimes e suspeitos”, ressalta Selma Migliori, presidente da ABESE.

www.segs.com.br - Fonte: Altair Albuquerque

Quadrilha cava túnel e furta mais de R$ 10 milhões de empresa de valores em SP










Uma quadrilha furtou mais de R$ 10 milhões de uma empresa de transporte de valores da Vila Jaguara, Zona Oeste de São Paulo, na tarde de domingo (6), no horário dos jogos da ultima rodada do campeonato brasileiro de futebol. De acordo com a polícia, os criminosos ocuparam uma casa que fica a pouco mais de 100 metros do local e cavaram um túnel até o cofre do imóvel. Ninguém foi preso.

Fonte : G1

Segurança no Couto foi feita por uma empresa de limpeza














“Limpeza em prédios e em domicílios”. “Atividades de limpeza não especificadas anteriormente”. São essas as descrições da empresa contratada pelo Coritiba para desenvolver a segurança na partida contra o Fluminense, que terminou em brigas e invasão de campo no Estádio Couto Pereira.
É o que consta no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da Defenser Vigilância e Serviços. De acordo com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, a empresa sequer poderia estar inscrita entre as licenciadas pela Polícia Federal para desempenhar atividades de segurança privada.
Defenser e Coritiba foram denunciados ontem na Polícia Federal pelo presidente do sindicato, João Soares. “Essa empresa é ilegal. Se o clube tivesse contratado uma empresa de segurança privada reconhecida, a própria empresa se responsabilizaria pelos problemas no estádio”, explica.
O valor médio repassado pelo contratante para a empresa por cada segurança contratado é de R$100, segundo o presidente do sindicato. Ele afirma que o clube pagaria um valor semelhante caso contratasse uma empresa de segurança legalizada.
“A diferença está nos encargos. Uma empresa devidamente reconhecida pela Polícia Federal paga os tributos de cada funcionário. As irregulares não pagam. Sem nenhuma responsabilidade assumida pela empresa, na verdade, quem ganhou dinheiro ali foi o atravessador”, explica Soares.
Os valores não foram confirmados pelo Coritiba, que também não nomeou seu responsável pela contratação de seguranças. Um documento referente à empresa de segurança, repassado pelo clube à imprensa, aponta Adilson José Mazon como responsável pela Defenser.
A empresa de “vigilância” tem endereço sede localizado em Colombo, região metropolitana de Curitiba, segundo consta no CNPJ. A Polícia Federal confirmou a denúncia e disse ter notificado o clube, requisitando dados relacionados a Defenser.
De acordo com o Agente de Polícia Federal Wilson Ferreira Bonfim, “empresa e clube serão notificados assim que a Delegacia de Segurança Privada da PF no Paraná receber e analisar a documentação”.
Como pena pela atividade ilegal, caso condenada, a empresa pode ter ainda hoje suas atividades encerradas. O clube também será comunicado. Caso insista na contratação de empresas não reconhecidas pela Polícia Federal, corre risco de ser responsabilizado por qualquer incidente ocorrido em seus domínios.

Fonte: www.parana-online.com.br

Vistoriar bolsas de empregados não é ofensa

A inspeção visual de bolsas, pastas e sacolas dos empregados, sem contato físico, não gera direito a reparação por dano moral. Esse é o entendimento da relatora e presidente da Oitava Turma do TST, ministra Maria Cristina Peduzzi, e foi acompanhado pelos demais integrantes do colegiado. Segundo ela, no processo analisado não houve evidência de que a conduta da Wal Mart Brasil Ltda., ao vistoriar os pertences dos trabalhadores, tivesse natureza discriminatória que justificasse a condenação ao pagamento de indenização por dano moral.

A decisão da Turma de dar provimento ao recurso de revista da empresa desobrigou-a de indenizar a autora da ação, uma ex-empregada da rede. Ela requereu, entre outras diferenças salariais, indenização por danos morais, alegando ser submetida a constrangimento diário com a inspeção de seus objetos pela empresa. No entanto, o juiz da 13ª Vara do Trabalho de Curitiba negou o pedido, por considerar que a atitude da empresa não era abusiva, nem ofendeu a intimidade da trabalhadora.

James Martins
05/10/2009

Nota de falecimento

É com grande pesar comunicamos o lamentável e precoce falecimento de um dos pioneiros da segurança privada na Bahia, o empresário EDSON CABRAL RIBEIRO.
Solidarizamo-nos com a familia nesse momento de dor, enviando votos de resignação por essa perda irreparável.